Honda Fit x hatches

Motorpress
Da Redação, em São Paulo (SP)
23/05/2014 11:00
Ford Fiesta PowerShit
Citroën C3 Exclusive
Citroën C3 Exclusive
Citroën C3 Exclusive
Honda Fit EXL
Fiat Punto BlackMotion
Citroën C3 Exclusive
Ford Fiesta PowerShit
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Fiat Punto BlackMotion
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Citroën C3 Exclusive
Ford Fiesta PowerShit
Honda Fit EXL
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Ford Fiesta PowerShit
Fiat Punto BlackMotion
Citroën C3 Exclusive
Ford Fiesta PowerShit
Fiat Punto BlackMotion
Honda Fit EXL
Honda Fit EXL
Honda Fit EXL
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Ford Fiesta PowerShit
Citroën C3 Exclusive
Fiat Punto BlackMotion
Ford Fiesta PowerShit
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Fiat Punto BlackMotion
Honda Fit EXL
Fiat Punto BlackMotion
Citroën C3 Exclusive
Ford Fiesta PowerShit
Honda Fit EXL
Honda Fit EXL
Honda Fit EXL
Ford Fiesta PowerShit
Ford Fiesta PowerShift

Concorrentes do Honda Fit:

Citroën C3 Exclusive: O hatch da marca francesa aposta no visual atraente e no bom acabamento. Seu preço é R$ 64.380.

Fiat Punto: Na versão Blackmotion Dualogic com todos os opcionais, o preço do modelo pode chegar a R$ 71.705

Ford Fiesta Powershift: O modelo aposta na dirigibilidade e é o que mais oferece itens de segurança. Pode custar R$ 60.860.

Desde que foi lançado no Brasil, em 2003, o Honda Fit se destacou pela versatilidade, pelo baixo consumo e pelo estilo moderno que o diferenciava dos monovolumes até então no mercado. E o modelo ainda contava com a confiabilidade da marca japonesa. Na prática, ele foi capaz de agradar não apenas às famílias que necessitavam de amplo espaço interno, mas também ao público jovem.

A segunda geração do Fit, lançada em 2008, teve sua proposta levemente reformulada: ganhou visual mais esportivo e desempenho em detrimento do ótimo consumo de combustível. E agora a questão é: terá a terceira geração do Fit a mesma capacidade de satisfazer as necessidades de públicos com características distintas?

Começamos respondendo essa questão focando no público mais jovem. Neste comparativo, reunimos as versões completas e equipadas com câmbio automático ou robotizado de Citroën C3 1.6 16V Exclusive (R$ 55.490), Fiat Punto 1.8 16V BlackMotion Dualogic (R$ 56.174) e Ford Fiesta 1.6 16V PowerShift (R$ 59.590), três dos hatches mais cobiçados do momento, para avaliar se o Honda Fit manteve a capacidade de conquistar o consumidor mais jovem. Na sequência (na página 80), aproveitamos para comparar a novidade da Honda com os principais monovolumes do mercado e exploramos a sua versatilidade para a utilização famíliar. 

Assim como nos hatches, escolhemos todas as versões topo de linha e automáticas dos monovolumes com a versão correspondente do Fit, a EXL (R$ 65.900), usada para os dois testes.

Embora o estilo monovolume normalmente esteja ligado a um veículo sem tanto apelo visual interessante, a Honda trabalhou para modificar essa imagem. Com diversos vincos ressaltados, o desenho do novo Fit é tão ousado que faz a sua segunda geração, elogiada pelo visual equilibrado, parecer envelhecida e desatualizada. O modelo da Honda se destaca em termos de imponência até mesmo quando comparado ao Ford Fiesta, conhecido pelas linhas esportivas.

O Citroën C3 preza pelo estilo elegante e atraen­te, enquanto o Fiat Punto aposta em pára-choque e saias com referências extraídas das pistas de corrida (como a simulação do extrator de ar na traseira) para conquistar clientes.

Quando a análise parte para a parte interna dos veículos, as características distintas tornam esse comparativo ainda mais interessante. O Citroën C3, por exemplo, se destaca por oferecer um nível de acabamento superior à média de seus concorrentes.

Pelo interior dos hatches

Mas, embora refinado, o aproveitamento de espaço no interior do modelo da marca francesa deixa a desejar. Os porta-objetos nas portas dianteiras são pequenos e difíceis de acessar, e a inclinação do pequeno compartimento no console central faz com que objetos ali acomodados caiam já na primeira aceleração.

Fiat Punto e Ford Fiesta oferecem a melhor ergonomia entre os modelos avaliados, mas o Ford envolve os ocupantes com o painel mais moderno. Os modelos das marcas francesa, italiana e americana, no entanto, deixam a desejar no espaço no banco traseiro, sensivelmente menores que o Honda. O novo Fit, porém, apresentou um detalhe inesperado.

Apesar do espaço exemplar, do acabamento de bom nível, e das inúmeras configurações oferecidas pelos bancos, o interior do Honda tem estilo mais simples e menos envolvente que o da geração anterior. Os comandos do ar-condicionado (digital no modelo anterior e convencional no atual) perderam o alinhamento vertical mais à mão do motorista e agora estão posicionados na tradicional linha horizontal, no meio do console.

O resultado é que, embora tenha recebido sistema de entretenimento com monitor de 5,1” (com câmera de marcha ré que mostra a aproximação dos obstáculos na traseira em três ângulos diferentes) e também tela de cristal líquido no quadro de instrumentos na configuração topo de linha, o interior da novidade não parece mais tão especial quanto o da segunda geração. Mas vale ressaltar que se trata de uma análise subjetiva.

Cada vez mais objetivo e presente entre os consumidores, felizmente, é o assunto segurança. E por ser a novidade deste comparativo, o Fit deveria se apresentar como referência, o que não ocorre completamente. Embora a Honda afirme que utiliza maior quantidade de aço de alta resistência na carroceira do novo Fit e que o monovolume foi desenvolvido para obter nota máxima nos testes de colisão, entre os itens de segurança da versão EXL estão apenas quatro airbags e freios com ABS — o mesmo que Fiat Punto Black Motion e Citroën C3 Exclusive oferecem quando completos com todos os opcionais.

O Ford Fiesta PowerShift, por outro lado, é dotado de 7 airbags, controle de tração e de estabilidade, além dos freios com ABS. Ele merece ser valorizado pela oferta incomum desses itens no mercado brasileiro, especialmente nessa categoria. Mas se ganha em pontos nos quesitos segurança e dirigibilidade, o Ford Fiesta testado não merece apenas elogios.

O modelo avaliado estava com a tampa do porta-malas e do porta luvas desalinhadas, e o interior apresentava uma série de ruídos oriundos das peças de revestimento. Pode se tratar apenas de um problema da unidade avaliada, mas, infelizmente, levanta dúvidas sobre a qualidade de produção do modelo.

Embora conte com câmbio robotizado de dupla embreagem, tipo de caixa conhecida pelas trocas rápidas, o sistema PowerShift da Ford não aparenta ser mais ágil nas mudanças e nas reduções do que um câmbio automático comum. A possibilidade de trocas manuais é sempre bem-vinda para quem aprecia dirigir, mas a solução adotada pela marca (botões na lateral da alavanca do câmbio) está longe de proporcionar o melhor manuseio. Em condução em trechos de serra, por exemplo, o motorista terá de tirar uma das mãos do volante para selecionar a marcha que deseja.

O câmbio, por sinal, é um ponto consideravelmente crítico neste comparativo, uma vez que eles acabam funcionando como um “funil” para o bom rendimento dos motores. Além da já citada caixa da Ford, a do Citroën C3, com apenas 4 marchas, deixa a desejar pela lentidão e pela incapacidade de responder satisfatoriamente em determinadas situações, em que uma ou duas marchas a mais proporcionariam mais agilidade — além de melhor consumo de combustível, um dos seus pontos fracos.

Já a tecnologia Dualogic, da Fiat, de câmbio robotizado com uma embreagem, tem os seus méritos por ofertar ao consumidor a possibilidade de aposentar o pé esquerdo na hora de dirigir por preço mais acessível, mas seu funcionamento é bem menos suave, quando comparado a um automático convencional.

Tanto o Fiat quanto o Citroën oferecem borboletas para trocas de marcha junto ao volante, tornando a condução mais interativa e cômoda. Já o novo câmbio CVT do Fit é eficiente e permite ao carro ter boas acelerações e retomadas. Ele também deve auxiliar no consumo de combustível (não aferido, uma vez que o monovolume foi avaliado apenas na pista de testes), mas, em compensação, essa caixa está longe de oferecer a melhor sensação ao dirigir.

Só que, mesmo sem contar com um câmbio com opção de trocas manuais, no geral, o Fit é um modelo agradável de dirigir, assim como sua geração anterior. O Fiesta, por sua vez, apresenta o conjunto de suspensão e direção com o melhor comportamento dinâmico, sem abrir mão do conforto. Assim, ele consegue ser o veículo mais estável e empolgante de dirigir.

Mais sobre comportamento

O Punto, que já foi a referência em termos de dirigibilidade no segmento, desta vez não mostrou as mesmas qualidades de outrora, talvez em função dos pneus (195/60 R15). O Citroën, por sua vez, não é o carro que convida a acelerar, mas mostrou comportamento adequado e boa estabilidade. Além disso, o modelo de origem francesa apresentou capacidade de frenagem notavelmente superior perante os concorrentes.

Mas se a dirigibilidade e o bom desempenho tendem a ser importantes para o consumidor mais jovem, o peso da lista de equipamentos de série em um veículo que custa acima de R$ 60.000 é ainda mais relevante para o comprador.

Todos os modelos são equipados com ar-condicionado, direção com assistência (elétrica ou hidráulica), trio elétrico, sistema de som com entrada auxiliar e conexão Bluetooth, revestimento de couro, volante multifunção e rodas de liga leve. Mas cada um oferece itens para se diferenciar dos rivais. O C3 se destaca com o para-brisa panorâmico e o navegador, enquanto o Punto é o único modelo a oferecer teto solar.

No fim da avaliação e das contas, o Fiat ocupou a última posição do comparativo. Dono do projeto mais antigo, do câmbio menos confortável e dono da maior desvalorização, ele não foi capaz de acompanhar os concorrentes. Mesmo oferendo benefícios como a ampla lista de opcionais e rede de concessionárias. O C3, por sua vez tem a fórmula mais equilibrada que o rival da marca italiana. A sua desvalorização é a mais baixa do comparativo, o estilo é atual, seu preço completo não é o mais alto e o nível de acabamento agrada — embora seu custo da manutenção seja o mais alto do comparativo.

O Fit mostrou-se a escolha mais lógica deste comparativo. Ele é o carro mais versátil para viagens, oferece um bom desempenho, tem uma lista de itens de série razoável e o seu preço foi pouco alterado em relação à versão anterior. Mas a vitória foi conquistada por uma diferença mínima em relação ao novo Fiesta.

Se fosse mais espaçoso, o Ford poderia ganhar o comparativo com facilidade, visto que é o mais agradável de conduzir, tem baixo consumo de combustível, é bem equipado e tem a maior quantidade de equipamentos de segurança. É uma prova de que o Fit evoluiu, mas não tanto quanto poderia, em especial na questão dos equipamentos de segurança.

Análise técnica:

1º Honda Fit EXL: 183,5 pontos

Pontos positivos: desempenho, espaço interno, câmbio CVT

A primeira colocação conquistada pelo Honda Fit na avaliação técnica revela um projeto maduro e bem resolvido, mas não isento de faltas. Entre os pontos fortes do monovolume estão o bom desempenho oferecido pelo conjunto motor/câmbio CVT, além de amplo espaço e aproveitamento da área interna. Todavia, apesar do visual externo ousado, o Fit aparenta ter ficado ligeiramente mais simples: perdeu os freios a disco na traseira, o ar-condicionado digital no interior, enquanto o próprio design do console está mais convencional — à parte do novo computador de bordo no painel de instrumentos. E, apesar do projeto moderno e do preço basicamente inalterado em relação à versão anterior (duas virtudes que merecem consideração), o Honda só oferece 4 airbags (são 7 no Ford Fiesta PowerShift), e sua lista de itens de série não contempla  sensor de chuva e crepuscular ou controle de estabilidade (itens presentes também no mais barato Ford).  Na soma de fatores, o modelo da marca japonesa levou a primeira colocação por vantagem mínima: sinal de que tem um conjunto inquestionavelmente equilibrado e moderno, mas que poderia oferecer mais itens ao consumidor.

2º Ford Fiesta PowerShift: 181,5 pontos

Pontos positivos: dirigibilidade, itens de segurança, desempenho

Não é necessário trafegar por muitos quilômetros no Ford Fiesta para perceber que ele foi desenvolvido para oferecer prazer ao dirigir. Ele ainda é econômico, muito bem equipado e seguro, características que o colocaram próximo da primeira colocação neste comparativo. Todavia, é notável e mensurável a falta de espaço interno no hatch, fato que diminuiu consideravelmente sua nota. A tampa do porta-malas desalinhada e o acabamento interno ruidoso no veículo avaliado diminuem também a sensação de qualidade do modelo.

3º Citroën C3 Exclusive: 170,0 pontos

Pontos positivos: acabamento interno, design, preço

Liderando o segundo pelotão do comparativo, o Citroën C3 acaba tendo suas virtudes ofuscadas por falhas pontuais. Se o visual externo, o acabamento interno primoroso e o preço agradam, os ocupantes encontram dificuldades de acomodar pertences pequenos no hatch em função do aproveitamento de espaço deficiente. O câmbio automático de 4 marchas, por sua vez, ofusca o desempenho do motor, eleva o consumo de combustível e apresenta reduções de marcha constantes, que acabam incomodando.

4º Fiat Punto BlackMotion: 167,5 pontos

Pontos positivos: prazer ao dirigir, posição de dirigir, suspensão

O Fiat Punto já não consegue esconder o peso da idade de seu projeto, cuja geração ainda é a mesma da lançada em 2007. Embora tenha recebido inúmeras melhorias com o passar dos anos, o hatch médio da Fiat já não acompanha a concorrência. Conta a seu favor a ampla oferta de itens opcionais, boa posição de dirigir e o comportamento agradável da suspensão. O câmbio robotizado, no entanto, exige paciência, o espaço interno no banco traseiro deixa a desejar, e o preço fica demasiadamente elevado quando completo.

Análise de mercado

1º Honda Fit EXL: 58 pontos

O Fiat Punto já não consegue esconder o peso da idade de seu projeto, cuja geração ainda é a mesma da lançada em 2007. Embora tenha recebido inúmeras melhorias com o passar dos anos, o hatch médio da Fiat já não acompanha a concorrência. Conta a seu favor a ampla oferta de itens opcionais, boa posição de dirigir e o comportamento agradável da suspensão. O câmbio robotizado, no entanto, exige paciência, o espaço interno no banco traseiro deixa a desejar, e o preço fica demasiadamente elevado quando completo.

2º Ford Fiesta PowerShift: 56 pontos

O Ford Fiesta PowerShift não tem a mesma versatilidade que o Honda Fit EXL, porém é uma ótima opção para um casal que viaja muito e não planeja filhos a curto prazo — embora ele comporte com relativo conforto até duas crianças. Apesar do espaço interno e porta-malas limitados, o Fiesta tem custo-benefício bom: seguro e IPVA um pouco abaixo da média deste comparativo, baixo consumo de combustível, preço razoável e muitos equipamentos de segurança — característica que não pode ser desconsiderada. É um pacote interessante.

3º Citroën C3 Exclusive: 54 pontos

Totalmente focado no público feminino na sua primeira geração, o Citroën C3 assumiu proposta mais neutra nessa segunda geração — embora o estilo seja um dos seus maiores diferenciais, enquanto algumas questões práticas como espaço e aproveitamento da área interna tenham ficado em segundo plano. Ainda assim, apesar do alto consumo de combustível e custo de revisão, o hatch tem consumidores fiéis: teve 34.932 unidades emplacas em 2012 e 33.369 exemplares vendidos em 2013, segundo a Fenabrave.

4º Fiat Punto BlackMotion: 45,5 pontos

O Punto é o modelo mais antigo desse projeto, embora sua quantidade de opcionais seja de fazer inveja nos concorrentes — um dos pontos fortes da Fiat. E, a cada ano, a marca de origem italiana tras novidades para renovar a imagem do produto, seja uma versão especial, ou com a inclusão de um novo opcional ou item de série. Por isso, suas vendas andam em alta (40.407 unidades vendidas em 2013 e 42.362 exemplares em 2012, segundo a Fenabrave). Todavia, seu preço completo é excessivamente alto.

Veredito:

Analisado pelo ponto de vista técnico e também mercadológico, o Honda Fit se destaca como a melhor escolha para o consumidor. Com pequenas variações no preço em relação à versão 2013, a novidade oferece um incomum “pacote” composto por design arrojado, amplo espaço interno e porta-malas, desempenho satisfatório, boa dirigibilidade e nível de conforto. Na prática, isso significa que o monovolume  é versátil o suficiente para atingir público mais jovem, que aprecia a experiência na condução, como também satisfazer famílias que necessitam de espaço.

A vitória do Fit, no entanto, não foi fácil: na sua cola veio o Ford Fiesta, nos quesitos técnicos e também de mercado. No fim das contas, o Ford só não levou o troféu em função do seu espaço interno reduzido e da desvalorização acentuada no primeiro ano. Salvo essas características, o Ford é o melhor de dirigir, tem consumo de combustível comedido (por ter sido testado em pista fechada, o consumo do Fit não pôde ser aferido) e oferece a mais sensores de chuva e crepuscular, controle de tração e estabilidade, além de 7 airbags (são apenas 4 no Honda). São indícios de que, apesar de ter se mostrado a melhor opção neste comparativo, o Honda não evoluiu no mesmo ritmo que seus concorrentes no mercado.

Outras opiniões:

Por Leonardo Barbosa I Editor de testes da Carro
Mesmo classificado como um monovolume, o Honda Fit se encaixa bem nessa disputa. Alem do design e boa dirigibilidade, ele leva vantagem em relação aos rivais por conta do seu ótimo espaço interno em função das diversas posições que os bancos podem adotar. Nessa briga, meu voto vai para o Fit.

Por César Tizo I Editor executivo
Considero o pacote de equipamentos de conforto e segurança do New Fiesta invejável, assim como sua ótima dirigibilidade. A Ford merece os parabéns por oferecer controle de estabilidade e 7 airbags em um carro dessa categoria. Contudo, minha escolha acompanha o resultado final e recai sobre o Fit. 

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